A CIM concluiu em Roma seu VI Congresso Mundial

Por Edoardo Pacelli

Il presidente, on. Angelo sollazzoTerminou no dia 11 de novembro, no Hotel Summit em Roma, o VI Congresso Mundial da CIM. Do encontro participaram delegados de 17 Países com a maciça presença de delegados do Equador, da Argentina, do Canadá, dos Estados Unidos e do Brasil. O Congresso do ano do Jubileu teve dois momentos espirituais significativos: a missa na Igreja de Santa Maria sopra Minerva, oficiada por Sua Eminência o Cardeal Cheli, com a participação do Coral Schola Cantorum, e o encontro com Sua Santidade o Papa, João Paulo II. 

Numerosas personalidades do mundo político, diplomático, religioso, financeiro, empresarial, cultural e do espetáculo estiveram presentes à abertura do Congresso que reuniu cerca de mil delegados, de 17 Países, representantes mais de quatro milhões de inscritos. O Presidente, on. Angelo Sollazzo, no seu discurso de abertura, ilustrou o tema do Congresso: Nós italianos: promotores de desenvolvimento, portadores de paz. A relação do Presidente abrangeu os principais assuntos que interessam os italianos que vivem no exterior: o exercício do voto, o favorecimento da divulgação da língua e da cultura italiana, o desenvolvimento do comércio, a reforma dos Comites e dos Istituti di Cultura, do CGIE e das instituições consulares italianas. Grande interesse e atenção foram dedicados ao trecho da relação do Presidente sobre os Italianos portadores de paz , como os soldados italianos que estão sendo utilizados nos vários frontes na defesa da paz, os voluntários civis e os religiosos que operam no mundo inteiro, em áreas de guerra, arriscando suas próprias vidas.

No debate que seguiu foi enfrentada a situação criada pela aprovação da mudança da Constituição que prevê as circunscrições eleitorais no exterior. A CIM, aprecia o reconhecimento do direito ao exercício do voto e acha necessário, porém, pressionar políticos e governo para que já nas próximas eleições este direito possa ser exercido. A aprovação da lei atual, sem a necessária lei de atuação, nada é se não uma tentativa de adiar, mais uma vez, a decisão de fazer exercer o direito de voto aos italianos que vivem no mundo afora. Não se pode entender como foi tão fácil conseguir que os italianos que vivem na Europa pudessem votar, no exterior, para o Parlamento europeu, sem precisar de mudanças constitucionais, e seja tão difícil estender as mesmas regras aos italianos que vivem no resto do mundo. A solução teria sido muito mais simples, precisando, apenas, de uma lei ordinária. Felizmente, ainda existe a esperança que a proposta da CIM possa concretizar-se. O Congresso pede a aprovação de uma lei ordinária que elimine as perdas de tempo burocráticas, que as mudanças constitucionais comportam.

Na noite de gala, os delegados e os convidados puderam apreciar a exibição do trio Ricchi e Poveri, que foram muito apreciados pelos presentes. O espetáculo foi oferecido pelo Presidente de Radio e Video Italia, Solo Musica Italiana, Mario Volanti. Entre as personalidades do mundo artístico, a atriz Mita Medici, o cantor Toni Santagata e a apresentadora de RAI Internacional, Monica Leofreddi.

O próximo  VII Congresso acontecerá no Canadá, em Montreal.

O secretário Ciabattoni A mesa da presidência A atriz Mita Medici e a apresentadora de RAI Internacional, Monica Leofreddi
O delegado canadense, Robert Bandiera Un momento dei lavori Nino Foti, presidente della Associazione Magna Grecia